Depois que inventaram
Esse tal de celular
Veja só que coisa feia
Vagabundo na cadeia
Quer comer só caviar
Manda logo um torpedo
Provocando muito medo
Dizendo que vai sequestrar
O dia inteiro repete tudo de novo
Gozando do privilégio
Da insegurança do povo
E onde fica a ação direta do Estado
Permitindo esse grave pecado
Dando vitamina a cascavel?
É preciso repensar essa agonia
O cidadão já cansou da covardia
Sem meios de sair dessa Torre de Babel!
E o Estado nos obriga ante a desgraça
Ao levar o criminoso para a peia
Pagando a comida do pilantra que de graça
Acaba até engordando na cadeia!...
Como exemplo dou, olha aí Fernandeco Beira-Mar
Debochando até do tal regime diferenciado
Consegue se quiser com o mundo inteiro se contatar
Graças ao apoio inconteste do crime organizado
Hélio Schiavo
Vitória da Conquista, 01 de abril de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Nossa Gratidão

(HOMENAGEM DO COMPOSITOR E POETA, HÉLIO SCHIAVO, AO IRMÃO EX-COMBATENTE OSÓRIO SCHIAVO, FALECIDO NO DIA 24/03/2009. ALÉM DE TODOS OS QUE COMBATERAM NA ITÁLIA EXTIRPANDO O TOTALITARISMO NUMA RESPOSTA AO EIXO.)
Era preciso lutar contra a opressão
Querendo nossa pátria ensanguentada
A Fôrça Expedicionária da nação
Pelos campos da Europa salvou a honra ultrajada...
Palmo a palmo do inimigo o terreno ganhando
Era indomável a bravura do homem do mar
A F.E.B sob fogo intenso ia avançando
Sentando a pua, fazendo a cobra fumar!
(Refrão)
Meu país, meu país do mais lindo céu de anil
A cada dia se expande deixando de ser Brasil grande
Pra ser o grande BRASIL!..
O sangue inocente que aqui foi derramado
Levou nosso país a guerrear
Graças à coragem do pracinha esforçado
A dôce paz agora podemos desfrutar...
De ninguém, de ninguém jamais seremos escravos
E hoje redivivos na História dessa potência mundial
O Brasil não esquece aquêle pugilo de bravos
Descansando sob as dobras da Bandeira Nacional!
Um ano da morte de Isabella de Oliveira Nardoni
Ainda nos dói profundamente a lembrança daquela noite de horror
O peso de tanta revoltante covardia sabemos que é duro carregar
Você Isabella, representa para nós humanos uma bandeira de amor
Hasteada contra o ódio daquela animalesca dupla infeliz que vai pagar!
O corporativismo do grupo talvez encobre apólice de alto valor?
Morte violenta quem sabe atrai a dúvida que sei, pode ficar...
Lombroso explica o desvio tão visível na descarada cara do infrator
Blindado pelo pai de onde ninguém se quer vê uma lágrima rolar!
A avó pediu pena de morte para o matador de Isabella quem diria
Que depois, ah, nenhum gesto dessa natureza de certo não repetiria
Daí o poeta alerta aos jurados para mesmo em nome de Deus não perdoar
Poucos Isabella, irão proteger esse nojento magote da carniça
Porém seu voo para a morte há de colher o fruto benfazejo da justiça
Enquadrando todos que sob o jugo da verdade, hão de chorar!
Hélio Schiavo
Rio de janeiro, 31 de março de 2009.
Rio de janeiro, 31 de março de 2009.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Chama que não apaga
Aquela estrela cadente
fugiu daqui de repente
Para brilhar no infinito
Sob um toldo de tristeza
O Brasil chorou com certeza
A falta de seu charme e de seu grito
Um pouco de terra fria
Cobriu de saudade ternura e poesia
Os passos gloriosos da atriz
Em cada coração tristonho morria um pouco do sonho
Da estrela superstar Elis
Que Deus
Lhe dê a paz a tão procurada
Assim deseja o homem simples da rua
Entre nós sua presença está marcada
Por que o show da vida continua
"É pau é pedra é o fim do caminho"
Receba Eliz Regina de seu povo
Essa prova de amor e de carinho
feita em 20 de janeiro de 1982 no momento do enterro da cantora Elis Regina

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
fugiu daqui de repente
Para brilhar no infinito
Sob um toldo de tristeza
O Brasil chorou com certeza
A falta de seu charme e de seu grito
Um pouco de terra fria
Cobriu de saudade ternura e poesia
Os passos gloriosos da atriz
Em cada coração tristonho morria um pouco do sonho
Da estrela superstar Elis
Que Deus
Lhe dê a paz a tão procurada
Assim deseja o homem simples da rua
Entre nós sua presença está marcada
Por que o show da vida continua
"É pau é pedra é o fim do caminho"
Receba Eliz Regina de seu povo
Essa prova de amor e de carinho
feita em 20 de janeiro de 1982 no momento do enterro da cantora Elis Regina
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Oração Poema Para um Índio Morto

Ó meu DEUS de JUSTIÇA e de VERDADE
Onde está a CARIDADE
Desses meninos ricos de conforto,
Agindo como abutres sem dó e piedade
Pelo simples prazer de ver um homem morto...
"- Vamos aquecer aquele corpo frio
E o mundo terá de menos um vadio
N'uma bela, singular e gostosa brincadeira
-Vamos lá é um mendigo qualquer
Dormindo ali no ponto!
-Vamos rir gargalhar depois eu conto
Como o presunto assou lá na fogueira"
E... os animais partiram, pra desgraça
De quem achou que é do povo a praça
sendo livre a caminhar pelo país...
Buscava em paz, eu sei, resguardar sua terra
Sem a agressão inglória d'uma guerra
E esbarrou sem querer no magote infeliz...
O fogo foi acesso a derreter um HOMEM
Simples, trabalhador e por HERÓI o tomem
Porque herói também morre dormindo
Sua roça de mandioca está parada
Sua família triste está magoada
Nesse país que aos poucos vai caindo...
Caindo sim no abismo da vergonha
Na viela do crack e da maconha
Na fanfarronice de tanta CPI
E tudo se esvaí como miragem
Onde achar SENHOR um pouco de coragem
Para continuar vivendo por aqui...
Por culpa da quadrilha inconsequente
Que vamos nós dizer àquela pobre gente
Arqueada pelo sofrimento sob a dura cruz?!
Saibam que as pessoas de bem estão em prantos
E, ele Galdino, sim que era dos Santos
Agora é o filho predileto de JESUS!...
Ofereço este poema para Clara Goes - teatróloga
TROVA 01
Só a justiça do céu é que não falha
Quem deve pagará rangendo o dente
Naquela peneira é muito fina a malha
Para deixar escapar o inconsequente
TROVA 02
Assim será hoje e sempre o clamor
Como troféu que recebemos do destino
Esquecer a vítima protegendo o infrator
Mesmo que ele seja cruel e assassino!
trova dedicada aos Novely e cia. pela blindagem aos matadores do índio Galdino Jesus dos Santos - pataxó hã hã hãi... na Brasília sem lei.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Aborto
Não quero que a mulher faça aborto
Porque a VIDA em si tem seu principio
Aquele ser indefeso que as vezes querem morto
Não gostaria de ficar perto desse precipício
Porque ficar indiferente às vezes absorto
Ao comodismo interesse, irresponsabilidade e vício
Pensando egoísticamente em si apenas e por conforto
Cortando uma carreira promissora que não teve início...
Todo método anticonceptivo é pura covardia
Comércio criminosoque se repete todo dia
Como a vergonha DAQUELE SACRIFÍCIO do CALVÁRIO
E o médico e alguém que promove o infantícidio
Seria capaz de levar a própria mãe ao suicídio
E, não deveria siquer passar na porta do veterinário!
Porque a VIDA em si tem seu principio
Aquele ser indefeso que as vezes querem morto
Não gostaria de ficar perto desse precipício
Porque ficar indiferente às vezes absorto
Ao comodismo interesse, irresponsabilidade e vício
Pensando egoísticamente em si apenas e por conforto
Cortando uma carreira promissora que não teve início...
Todo método anticonceptivo é pura covardia
Comércio criminosoque se repete todo dia
Como a vergonha DAQUELE SACRIFÍCIO do CALVÁRIO
E o médico e alguém que promove o infantícidio
Seria capaz de levar a própria mãe ao suicídio
E, não deveria siquer passar na porta do veterinário!
Grito do aborto
Na ordem da lei quanta ironiaContra a vontade de DEUS perpetuando VIDA
Na mecânica do sexo a pura fantasia
Pelo desamor ingrato da fingida...
Na calma inocente da criança
Boiando n'uma doce gravidez
Não deixe morrer a esperança
Esperando impaciente o nono mês...
"- Já meu grito de vida se pressente
Célula-ovo, sei lá bem mais que embrião
Eu quero ver o mundo tão somente
No sorriso de paz de cada irmão...
Quero viver também a primavera
Sentir a vida infnita em toda plenitude
No organizmo da mãe, quanta quimera
DEUS colocou na benção da virtude...
No entanto, a mais dura covardia
Do crime inominável do aborto
Matou meu embrião de fantasia
E antes de viver... me querem morto...
Tão novo assim no corredor da morte
Não fui notícia siquer que alguém comentou
Apenas um feto apodrecido pela sorte
Da mãe covarde que me ASSASSINOU!"
Na mecânica do sexo a pura fantasia
Pelo desamor ingrato da fingida...
Na calma inocente da criança
Boiando n'uma doce gravidez
Não deixe morrer a esperança
Esperando impaciente o nono mês...
"- Já meu grito de vida se pressente
Célula-ovo, sei lá bem mais que embrião
Eu quero ver o mundo tão somente
No sorriso de paz de cada irmão...
Quero viver também a primavera
Sentir a vida infnita em toda plenitude
No organizmo da mãe, quanta quimera
DEUS colocou na benção da virtude...
No entanto, a mais dura covardia
Do crime inominável do aborto
Matou meu embrião de fantasia
E antes de viver... me querem morto...
Tão novo assim no corredor da morte
Não fui notícia siquer que alguém comentou
Apenas um feto apodrecido pela sorte
Da mãe covarde que me ASSASSINOU!"
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