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domingo, 26 de outubro de 2014
Um triste registro da história social carioca
Para ninguém nunca esquecer, Luciana de Novaes era estudante da Faculdade Estácio de Sá e foi vítima de bala perdida dentro do campus ficando tetraplégica. Sensbilizado por esta lamentável rotina carioca à época, o poeta registrou seu protesto.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
Espelho do Velho Chico não retrata a vida não!
Já beirando os 80, pois, nasci em 09 de outubro de 1935, nas entrelinhas dessa crônica simples, deixo o registrado que assisti hoje na TV uma notícia que me causou profundo desgosto, mas, que infelizmente, já me anunciava o desfecho há mais de cinquenta anos. A nascente do Rio São Francisco completamente seca! Que triste informação, que dolorosa constatação!
Nas minhas andanças por este Brasil imenso, incontáveis vezes, deparei-me com o trânsito indevido e incessante de caminhões carvoeiros abastecendo os fornos das indústrias. Já causava-me indignação tal ocorrência de desrespeito e descaso com a natureza. Preocupava-me sobretudo, que nesse país do descaso, as matas não seriam replantadas. De fato, gerações e gerações de brasileiros nasceram e cresceram sem terem visto repostas as árvores arrancadas para alimentar caldeiras de um capitalismo selvagem destruindo tudo à sua frente tendo no discurso do progresso a implantação de uma cultura consumista e irresponsável.
O Rio São Francisco
Encheu de verdade
Inundou nossas vilas, arraiais e cidades
Gaiola não desceu
Gaiola não subiu
Foi verdade 'Sêo' moço
Esses 'zóios' viu (2x)
Olha o velho Chicão
É costela só
Machado e judiação
Fizeram caminhos de pó
Não deixe fazer machado
Jogue fora esse facão
Pra não ver caboclo triste
Nas barrancas do Chicão
Pra não ver caboclo triste
Nas barrancas do Chicão
Jogue fora esse machado
Não deixe fazer facão
Os matos de cabeceira
Cortaram sem compaixão
Matando peixe no rio
Acabando a criação
Cuidem da ecologia
Enquanto é tempo
Meu irmão
É o Espinhaço dobrado
Na força da destruição
Por isso de peito aberto
Eu grito contra o deserto
Que envergonha essa nação
Ê,ê, ê, ê meu irmão
Espelho do velho Chico
Não retrata e vida não (repete o verso)
Helio Schiavo
Helio Schiavo
Ponte Nova, há mais de cinquenta anos
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Itamar Augusto Caltiero Franco
Nenhuma mancha no seu currículo levado pela nefasta politicagem
Teve do país o reconhecimento absoluto no luto manifesto
Para honra de Minas sempre alerta desnecrozando tanta molecagem!
Saindo de Prefeito para Senador ajudei na campanha e muito mais atesto
A bandeira de Itamar trazia o símbolo da honradez e coragem
Na Praça Getúlio Vargas sob forte chuva de temporal deveras indigesto
Seguramos o comício encerrando a campanha em Ponte Nova com larga vantagem!
Quem dera que todo político fosse como ele dileto exemplo de tantas gerações
O Brasil seria outro no contexto de progresso e civilidade das nações
Por isso o poeta registra aos pósteros o sentido moral da justa homenagem!
Junto de nossos heróis redivivos guardaremos nos recônditos sagrados da memória
Por que o nome de Itamar Augusto Caltiero Franco merece toda reverência da História
Quando se faz necessário políticos imitarem em tudo a postura real dessa linhagem!
Vitória da Conquista, 03 de julho de 2011
Hélio Schiavo
Do livro em preparo: " Poesia, Memória e Saudade"
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Tributo à Ankito - Anchizes Pinto

Chegou a hora fatal de Ankito "Metido a bacana"
Será porque garantiu com vêemencia que "O feijão é nosso?"
Esse "Candango da Belacap" encerra o show nesse fim de semana
Assim como "Marujo por acaso" falar da falta dele ainda posso!
Reconheço que: "A pureza que havia na chanchada acabou",
com certeza trabalhou essa alma genial o mundo do circo ao lado de Otelo
Morre assim uma fase da cultura no passado deixando tristeza!
Ante crises atuais de um tudo que nos rodeia só matando o belo!
Anchizes Pinto há tantas gerações só nos trouxe alegria
Alma gêmea do amor com Denise no ardor da ilusão e fantasia
Louvo com respeito merecido vendo o circo da vida desabar!
Merece ser retratado sempre na lembrança viva do povo
Partindo agora para o outro lado, o show vai recomeçar de novo
Porque garanto que juntando com Otelo, essa dupla agora bota pra quebrar!
Hélio Schiavo
Do livro em preparo " Poesia, Memória e Saudade"
Um ano da morte de Isabella de Oliveira Nardoni
Ainda nos dói profundamente a lembrança daquela noite de horror
O peso de tanta revoltante covardia sabemos que é duro carregar
Você Isabella, representa para nós humanos uma bandeira de amor
Hasteada contra o ódio daquela animalesca dupla infeliz que vai pagar!
O corporativismo do grupo talvez encobre apólice de alto valor?
Morte violenta quem sabe atrai a dúvida que sei, pode ficar...
Lombroso explica o desvio tão visível na descarada cara do infrator
Blindado pelo pai de onde ninguém se quer vê uma lágrima rolar!
A avó pediu pena de morte para o matador de Isabella quem diria
Que depois, ah, nenhum gesto dessa natureza de certo não repetiria
Daí o poeta alerta aos jurados para mesmo em nome de Deus não perdoar
Poucos Isabella, irão proteger esse nojento magote da carniça
Porém seu voo para a morte há de colher o fruto benfazejo da justiça
Enquadrando todos que sob o jugo da verdade, hão de chorar!
Hélio Schiavo
Rio de janeiro, 31 de março de 2009.
Rio de janeiro, 31 de março de 2009.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Chama que não apaga
Aquela estrela cadente
fugiu daqui de repente
Para brilhar no infinito
Sob um toldo de tristeza
O Brasil chorou com certeza
A falta de seu charme e de seu grito
Um pouco de terra fria
Cobriu de saudade ternura e poesia
Os passos gloriosos da atriz
Em cada coração tristonho morria um pouco do sonho
Da estrela superstar Elis
Que Deus
Lhe dê a paz a tão procurada
Assim deseja o homem simples da rua
Entre nós sua presença está marcada
Por que o show da vida continua
"É pau é pedra é o fim do caminho"
Receba Eliz Regina de seu povo
Essa prova de amor e de carinho
feita em 20 de janeiro de 1982 no momento do enterro da cantora Elis Regina

Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
fugiu daqui de repente
Para brilhar no infinito
Sob um toldo de tristeza
O Brasil chorou com certeza
A falta de seu charme e de seu grito
Um pouco de terra fria
Cobriu de saudade ternura e poesia
Os passos gloriosos da atriz
Em cada coração tristonho morria um pouco do sonho
Da estrela superstar Elis
Que Deus
Lhe dê a paz a tão procurada
Assim deseja o homem simples da rua
Entre nós sua presença está marcada
Por que o show da vida continua
"É pau é pedra é o fim do caminho"
Receba Eliz Regina de seu povo
Essa prova de amor e de carinho
feita em 20 de janeiro de 1982 no momento do enterro da cantora Elis Regina
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Nos tempos do Rio Antigo

Sou do tempo
Vou dizer do jeito franco
Português usava boina
Só andava de tamanco
O Rio não era como hoje essa Babel
Em cada esquina um buteco
Do Joaquim ou do Manoel
Eu ia lá tirar gosto da sardinha
Pra não perder a viagem tomava logo a braquinha
Comigo a verdde não desdenha Comecei no jardim de infância
Dos partideiros da Penha
Cabo Elpídio chapéu de chile na mão
Usava apenas bengala
Ainda dava carona
Prus bambas no camburão
Sou do tempo
De dormir com janela aberta
Ninguém andando na rua deserta
Não era assaltado não
Ah! Sou do tempo
Que o homem era verdadeiro
Vi até Chefe de Polícia
Arriscar uma fezinha
Com S. Excia. o bicheiro
Na Rua da Relação
O tempo se foi
Essa certeza me invade
Tudo na vida é passageiro
Menos o condutor e o motorneiro
Que já seguiram no bonde da saudade
Hélio Schiavo
Vitória da Conquista, 02 de dezembro de 2008.
Português usava boina
Só andava de tamanco
O Rio não era como hoje essa Babel
Em cada esquina um buteco
Do Joaquim ou do Manoel
Eu ia lá tirar gosto da sardinha
Pra não perder a viagem tomava logo a braquinha
Comigo a verdde não desdenha Comecei no jardim de infância
Dos partideiros da Penha
Cabo Elpídio chapéu de chile na mão
Usava apenas bengala
Ainda dava carona
Prus bambas no camburão
Sou do tempo
De dormir com janela aberta
Ninguém andando na rua deserta
Não era assaltado não
Ah! Sou do tempo
Que o homem era verdadeiro
Vi até Chefe de Polícia
Arriscar uma fezinha
Com S. Excia. o bicheiro
Na Rua da Relação
O tempo se foi
Essa certeza me invade
Tudo na vida é passageiro
Menos o condutor e o motorneiro
Que já seguiram no bonde da saudade
Hélio Schiavo
Vitória da Conquista, 02 de dezembro de 2008.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Padre Antônio, O santo de Urucânia- MG

A horda humana chegava célere de todo canto do mundo
Aquele povo espremido regorgitava de fé à espera da graça
Padre Antônio e o sacristão fiel entoam cântico mavioso e fecundo
E a augusta presença da santa culminava o êxtase reflorindo a praça!
Naquele instante um santo exorcizava atos do demônio imundo
O agente do mal não tinha mais força alguma pra fazer desgraça
Acolitado pelo Sêo Dico, Padre Antônio reavivando a fé no símbolo profundo
Que marca a superioridade de nossa gente como povo sublimando a raça!
O tempo se foi e o poeta registra aos pósteros tudo como de fato aconteceu
A vida trocou de cenário e hoje a grande esperança ainda repassa
Porque Nossa Senhora dos Humildes quer o nosso mundo cada vez melhor...
Essa é por certo a Mensagem pura que um dia Ela nos deu
Como agora Senhor na aparição estampada em simples vidraça
Onde o bem há de vencer porque só de Deus nos vem a força maior!
Hélio Schiavo
Rio de Janeiro, 16 de julho de 2005
sábado, 9 de agosto de 2008
TRIBUTO A TERRY SCHIAVO
O MUNDO ESTARRECIDO ASSISTIU SEU SOFRIMENTO E AGONIA
E NÃO CONSEGUIU ESCONDER O PESO DA CRUEL MALDADE
MORREU DE FOME E E DE SÊDE DENTRO DA AURÉOLA DA DEMOCRACIA
ONDE O MAIS PODEROSO AGIU, SEM VENCER O HORROR DESSA CALAMIDADE...
SE FOSSE NO BRASIL É CERTO, QUE A HUMANIDADE ENTÃO REVOLTARIA
NEM CHEGUEI A ACREDITAR MESMO QUE TUDO ISSO PUDESSE SER VERDADE
DEIXAR SEM ALIMENTO E ÁGUA COMO UMA NAZISTA HIPOCRISIA
AGREDINDO A LEI DE DEUS QUE TANTO FALA NA FRATERNIDADE
TERRY SCHIAVO DO MESMO TRONCO DO POETA INCONFORMADO
AQUI DO SEU LADO ESTÁ HELENA MINHA IRMÃ NO MESMO LASTIMÁVEL ESTADO
(DO LIVRO EM PREPARO"SE BUSH AINDA TIVER TEMPO DE LER")
HÉLIO SCHIAVO
E NÃO CONSEGUIU ESCONDER O PESO DA CRUEL MALDADE
MORREU DE FOME E E DE SÊDE DENTRO DA AURÉOLA DA DEMOCRACIA
ONDE O MAIS PODEROSO AGIU, SEM VENCER O HORROR DESSA CALAMIDADE...
SE FOSSE NO BRASIL É CERTO, QUE A HUMANIDADE ENTÃO REVOLTARIA
NEM CHEGUEI A ACREDITAR MESMO QUE TUDO ISSO PUDESSE SER VERDADE
DEIXAR SEM ALIMENTO E ÁGUA COMO UMA NAZISTA HIPOCRISIA
AGREDINDO A LEI DE DEUS QUE TANTO FALA NA FRATERNIDADE
TERRY SCHIAVO DO MESMO TRONCO DO POETA INCONFORMADO
AQUI DO SEU LADO ESTÁ HELENA MINHA IRMÃ NO MESMO LASTIMÁVEL ESTADO
MAS NÃO DEIXAREI FALTAR A ELA A BÊNÇÃO DA ÁGUA E DO ALIMENTO
NÃO IMPORTA SIQUER O INEXORÁVEL TEMPO E QUALQUER SACRIFÍCIO
SEM MEDIR CONSEQUÊNCIAS HAVEREMOS DE ALIVIAR SEU SUPLÍCIO
COLOCANDO NA VONTADE DE DEUS A SUPREMA SUBMISSÃO DO JUSTO JULGAMENTO!
NÃO IMPORTA SIQUER O INEXORÁVEL TEMPO E QUALQUER SACRIFÍCIO
SEM MEDIR CONSEQUÊNCIAS HAVEREMOS DE ALIVIAR SEU SUPLÍCIO
COLOCANDO NA VONTADE DE DEUS A SUPREMA SUBMISSÃO DO JUSTO JULGAMENTO!
(DO LIVRO EM PREPARO"SE BUSH AINDA TIVER TEMPO DE LER")
HÉLIO SCHIAVO
sábado, 12 de julho de 2008
Para consolo do Rei
Dois de novembro!vou rever a última morada
Daquela que um dia assim, tão triste me deixou
Recitando baixinho uns versos como uma balada
Prá consolar, talvez, tanta saudade que aqui ficou!...
Caminho só, no entremeio de gente tão agitada
Que vem cultuar pesarosa o ente que findou
Sabendo que teu caminho também é minha estrada
Que a inexorável força do destino, tanto nos marcou...
Sei que JESUS amigo lhe deu boa pousada,
Para abrigar sua alma, ímpar, generosa e bonita,
Relicário que foi do meu puro, sincero e infinito amor!...
Receba pois nessa corbelhe que ai deixo depositada
A certeza do sentimento maior que nos uniu Maria Rita
Prá me fazer suportar hoje com altivez o peso dessa dor!..
Rio de Janeiro, 02 de novembro de 2000
Hélio Schiavo
Recitando baixinho uns versos como uma balada
Prá consolar, talvez, tanta saudade que aqui ficou!...
Caminho só, no entremeio de gente tão agitada
Que vem cultuar pesarosa o ente que findou
Sabendo que teu caminho também é minha estrada
Que a inexorável força do destino, tanto nos marcou...
Sei que JESUS amigo lhe deu boa pousada,
Para abrigar sua alma, ímpar, generosa e bonita,
Relicário que foi do meu puro, sincero e infinito amor!...
Receba pois nessa corbelhe que ai deixo depositada
A certeza do sentimento maior que nos uniu Maria Rita
Prá me fazer suportar hoje com altivez o peso dessa dor!..
Rio de Janeiro, 02 de novembro de 2000
Hélio Schiavo
segunda-feira, 7 de julho de 2008
À Chico Mendes
A laparonga da Justiça está apagada
Nessa mata tão manchada
Pelo sangue do inocente
O poderoso contra o fraco abre guerra
Não cede um palmo de terra
Neste país continente
A luz não apaga na verdade que irradia
A quem se deve tal sangria
Contra o verde, o homem e a vida
O mundo ouviu em cada canto
O eco de dor no pranto
Trazido por uma bala perdida
Até quando Senhor tanta maldade?
Cadê a fraternidade
Que Cristo nos ensinou?
Continua a derrubada inconsequente
A ganância por aí comendo gente
Naquele dia que o Uirapuru não cantou
Chico Mendes
Seu exemplo ficou aqui
Neste caminho estirado
De mártir sacrificado
Nas matas do Xapurí
Hélio Schiavo
Pelo sangue do inocente
O poderoso contra o fraco abre guerra
Não cede um palmo de terra
Neste país continente
A luz não apaga na verdade que irradia
A quem se deve tal sangria
Contra o verde, o homem e a vida
O mundo ouviu em cada canto
O eco de dor no pranto
Trazido por uma bala perdida
Até quando Senhor tanta maldade?
Cadê a fraternidade
Que Cristo nos ensinou?
Continua a derrubada inconsequente
A ganância por aí comendo gente
Naquele dia que o Uirapuru não cantou
Chico Mendes
Seu exemplo ficou aqui
Neste caminho estirado
De mártir sacrificado
Nas matas do Xapurí
Hélio Schiavo
Faz 20 anos que o líder seringueiro Chico Mendes foi assassinado em Xapurí no Acre. Este poema foi escrito na ocasião em que o poeta sensibilizado pela triste ocorrência, registrou em versos sua homenagem.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Ao Cristo Sertanejo de Mário Cravo

O homem construiu reproduzindo a imagem no cimento
Lá no alto da cidade mostrando que é caprichoso o artista
Tentando espelhar no tempo algo parecido com o sofrimento
De quem um dia por nós padeceu de forma altruísta...
Quem passa por ali na Serra, às vezes repensa n'um momento
Tudo que Cristo sofreu e, nos séculos vai a perder de vista
E nem assim a ele
Provamos algum reconhecimento
Ignorando a Lei com nosso desamor de forma egoísta...
Será que estamos preparados para recebê-lo em sua volta,
Com tudo que aí está de violência tóxico crimes e revolta
Pergunte isso pra você mesmo agora meu querido irmão!
Será que vem uma cobrança justa de nós, por tudo isso,
Bancando o Judas covarde frio e vendilhão de Cristo,
Negando caridade ao excluído que precisa de remédio e pão.
Hélio Schiavo
sábado, 28 de junho de 2008
Reverenciando um bamba
Sob as nuvens da saudadeHoje o céu não está bonito
Ah! como é dura essa verdade
Morreu Guilherme de Brito!
A poesia calada
Ficou com a alma abafada
Sem ouvir o eco do grito...
O poeta fica encantado
No jeito bem ritmado
Que nunca sai da memória
E a gente sofre caramba
Lá se vai mais um do samba
Prus anais de nossa História!
Será sempre lembrado com carinho
O povo vai cantarolando onde for:
"- Tire o teu sorriso do caminho
que eu quero passar com a minha dor!"
Vale esse verso uma homenagem
Tão pura e lapidar que lavro agora
No instante supremo da passagem
Do poeta imortal que foi embora!
Hélio Schiavo
Rio de Janeiro, 26 de abril de 2006.
domingo, 15 de junho de 2008
HOMENAGEM EM VERDE E ROSA

Olha aí o coração do magueirense desolado
calou de vez mais esse grande herói da agremiação
É mais um que viajou enfim fora do combinado
lá para o manso andar de cima sem poluição!
No desfile maior com ninguém jamais foi comparado
encantava a todos exibindo com garra a potência do seu vozeirão
Também a dor de cotovelo e seu jeito turrão ficou bem registrado
nos anais da MPB percorreu de canto a canto essa nação!
José Clementino Bispo, fiel patrono da Estação Primeira
foi ao encontro de Carlos Cachaça, Cartola e Zica nesse fim de carreira
Merecendo reverência de reconhecimento pelo seu valor!
Na seresta ou no brilho da Sapuchaí em carnaval
o tom do samba-enredo não cairá afinal
e ainda sim faltará coragem de chamar Jamelão de: - "Puchador!"
calou de vez mais esse grande herói da agremiação
É mais um que viajou enfim fora do combinado
lá para o manso andar de cima sem poluição!
No desfile maior com ninguém jamais foi comparado
encantava a todos exibindo com garra a potência do seu vozeirão
Também a dor de cotovelo e seu jeito turrão ficou bem registrado
nos anais da MPB percorreu de canto a canto essa nação!
José Clementino Bispo, fiel patrono da Estação Primeira
foi ao encontro de Carlos Cachaça, Cartola e Zica nesse fim de carreira
Merecendo reverência de reconhecimento pelo seu valor!
Na seresta ou no brilho da Sapuchaí em carnaval
o tom do samba-enredo não cairá afinal
e ainda sim faltará coragem de chamar Jamelão de: - "Puchador!"
Hélio Schiavo
Rio de Janeiro, 15 de junho de 2008
Rio de Janeiro, 15 de junho de 2008
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